domingo, 22 de janeiro de 2012


EXPOSIÇÃO REVOLUÇÃO GENÔMICA

Revolução Genômica em São Paulo
Exposição científica abre ao público amanhã no Parque do Ibirapuera
Edição Online - 28/02/2008


© EDUARDO CESAR


Dupla hélice de DNA e mosca-da-fruta ao fundo: jogo simula efeitos de mutações no inseto

Durante os próximos quatro meses e meio os interessados num dos campos mais badalados da ciência contemporânea, o estudo do material genético dos organismos, terão um bom motivo para ir ao Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo. Abre amanhã (29/02) às 9h a exposição Revolução Genômica, que fica em cartaz no Pavilhão Armando de Arruda Pereira, a antiga sede da Prodam (entrada pelo portão 10), até 13 de julho.

Originalmente concebida pelo Museu de História Natural de Nova York (AMNH, na sigla em inglês), onde ficou em cartaz de maio de 2001 a janeiro de 2002, a mostra foi vista por 800 mil pessoas no exterior. Além de Nova York, percorreu outras cidades norte-americanas, passou pela Nova Zelândia e Hong Kong e agora chega a São Paulo. A exposição no Ibirapuera, na qual foram investidos cerca de R$ 5 milhões e que espera atrair meio milhão de visitantes, é uma promoção do Instituto Sangari, representante oficial do AMNH no Brasil. Cerca de R$ 1 milhão foi gasto na reforma do antigo pavilhão.

Revolução Genômica conta com patrocínio e apoio de empresas privadas e órgãos públicos. A FAPESP é uma das entidades que apóiam a iniciativa. A exemplo do que fez com a exposição Darwin, igualmente oriunda do AMNH, que passou por São Paulo e hoje é uma das atrações do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, o Instituto Sangari também vai levar a nova mostra científica para outras capitais brasileiras. O segundo destino das exposições sobre genes e cromossomos será a capital fluminense. “Nossa missão é divulgar a ciência para a população brasileira”, disse Ben Sangari, presidente do instituto, durante coletiva de impressa hoje pela manhã para apresentação da versão brasileira da mostra.

Ocupando uma área de 2 mil metros quadrados do pavilhão, a exposição  está dividida em três seções principais: Grande Salão do DNA, A Era do Genoma e Genética dos Alimentos. Nesses ambientes os visitantes poderão vivenciar uma série de experiências: passear por dentro de uma célula gigante; simular o efeito de mutações numa mosca-da-fruta (algumas são inócuas, outras alteram as formas do inseto); extrair DNA de morangos; simular o processo de seleção natural num jogo interativo; entender o que é um alimento transgênico. .

“A exposição aqui é maior e mais espetacular do que foi em outros lugares”, disse Alan Draeger, diretor de exposições itinerantes do museu, na coletiva de imprensa. Os organizadores de Revolução Genômica, cuja curadoria está a cargo da jornalista Mônica Teixeira e da geneticista Eliana Dessen da Universidade de São Paulo (USP), não se limitaram a importar o evento que fez sucesso no exterior. Fizeram questão de dar uma cor local à mostra.

A fauna e a flora nacionais, que compõem a riqueza do patrimônio genético do país, ocupam lugar de destaque na versão brasileira da mostra. Por meio de filmes, fotos, exemplares empalhados e vivos, animais e plantas das matas nacionais exemplificam o conceito de biodiversidade e sua ligação com os estudos na área de genômica A contribuição recente da pesquisa brasileira nesse campo do saber, com destaque para o seqüenciamento do genoma da bactéria Xylella fastidiosa (que causa a doença do amarelinho nos laranjais) e trabalhos na área de genética do câncer e da cana-de-açúcar, é outro diferencial da exposição. Feitos da agricultura brasileira, com auxílio da biotecnologia, também são lembrados.

Programação cultural - “A mostra de São Paulo está sendo montada como em Nova York, mas com o acréscimo de contribuições singulares do Brasil, ligando a questão da genética com a biodiversidade”, comentou o paleontólogo Niles Eldredge, do AMNH, primeiro convidado da série de palestras que farão parte da programação cultural paralela à mostra, organizada por Pesquisa FAPESP.

Criador da teoria do “equilíbrio pontuado” com o falecido paleontólogo e biólogo evolucionário Stephen Jay Gould, Eldredge falará no sábado (01/03) às 15h. As vagas para a apresentação são limitadas, e as inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 3468 7400.  O site de Pesquisa FAPESP cobrirá as  palestras e também disponibilizará a íntegra das apresentações.

No evento de apresentação de Revolução Genômica, Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, resumiu o espírito da exposição. “A exposição fala de como as características são levadas de um ser vivo para outro e mostra que esse processo promove mudanças e permanências (nessas características)”, afirmou Brito.

A entrada inteira para a exposição custa R$ 15 e a meia, R$ 7. Escolas particulares e grupos agendados pagam R$ 10. Não há cobrança de ingressos de colégios públicos que marcarem a visita com antecedência. No último domingo de cada mês, a entrada é gratuita para todos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012



Primatas quiméricos são reproduzidos por cientistas

06/01/2012

Agência FAPESP – Cientistas conseguiram reproduzir os primeiros primatas quiméricos. Os animais são compostos de uma mistura de células de seis genomas distintos e, segundo os pesquisadores responsáveis pela novidade, estão saudáveis.

Em zoologia, quimerismo ocorre quanto um animal tem duas ou mais populações de células geneticamente distintas com origem em diferentes zigotos. É extremamente raro em humanos. O termo deriva da mitologia grega, na qual quimera é uma figura mítica caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais.

A reprodução foi obtida por cientistas de instituições de pesquisa no Oregon, Estados Unidos, e descrita nesta quinta-feira (05/01) em um artigo no site da revista Cell – sairá como capa na edição de 20 de janeiro da publicação.

Segundo os autores, os resultados do estudo abrem caminho para muitas novas pesquisas com animais. Até então, apenas camundongos e alguns outros quiméricos, como coelhos e ovelhas, haviam sido reproduzidos.

Os primatas quiméricos nasceram após os cientistas terem reunido células de embriões de diferentes macacos-rhesus e aplicado a mistura em fêmeas. As células foram misturadas em embriões em estágio inicial, quando cada célula embriônica é totipotente.

Totipotência é a capacidade de uma única célula, geralmente uma célula-tronco, dividir-se e produzir todas as células diferenciadas no organismo, incluindo os tecidos extraembrionários. As células pluripotentes podem se diferenciar em qualquer tecido, mas não em tecidos extraembrionários nem em organismos inteiros.

“As células não se fundem, mas se mantêm juntas e funcionam conjuntamente de modo a formar tecidos e órgãos. Os resultados abrem possibilidades científicas enormes”, disse Shoukhrat Mitalipov, do Centro de Pesquisa em Primatas da Oregon Health & Science University, que coordenou a pesquisa.

Tentativas anteriores do grupo de Mitalipov de obter macacos quiméricos por meio da introdução de células-tronco embrionárias cultivadas em embriões – um método estabelecido em camundongos – falharam.

Segundo Mitalipov, aparentemente os embriões dos primatas evitam que as células-tronco embrionárias se integrem, como ocorre em camundongos. De acordo com o cientista, a pesquisa indica que células-tronco humanas e de outros primatas mantidas in vitro podem não ser tão potentes como as encontradas em um embrião vivo.

“Precisamos voltar aos fundamentos. Temos que estudar não apenas células-tronco embrionárias em cultura, mas também em embriões. Ainda é muito cedo para fechar o capítulo nessas células”, disse.

“Não podemos modelar tudo em camundongos. Se queremos passar terapias em células-tronco do laboratório para as clínicas e de camundongos para humanos, precisamos compreender o que essas células nos primatas podem ou não fazer”, afirmou.

“Precisamos estudá-las em humanos, inclusive em embriões humanos”, disse Mitalipov, ressaltando que não tem qualquer intenção de produzir quimeras humanas.

O artigo Totipotent but not pluripotent primate embryonic cells contribute to chimeras (doi:10.1016/j.cell.2011.12.007), de Mitalipov e outros, pode ser lido por assinantes da Cell em www.cell.com.


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Revistas Científicas
Primatas quiméricos são

sábado, 19 de novembro de 2011


Dia da Bandeira - 19 de novembro


A Bandeira do Brasil é um emblema que simboliza a nossa pátria.



Todos os anos, no dia 19 de novembro acontecem celebrações em todo o Brasil homenageando a Bandeira, sempre acompanhada do Hino da Bandeira. Nesta data também são queimadas as bandeiras velhas.

Nos dias de festas ou luto em órgãos públicos, ou em situações em que o Brasil está sendo representado a bandeira deve ser erguida. Mas durante a noite, ela não pode ficar erguida, somente se estiver iluminada.

As 27 estrelas presentes na bandeira representam os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal.


Fonte: http://www.colegioweb.com.br/datas/dia-da-bandeira19-de-novembro.html




Dia da BandeiraHistória do Dia da Bandeira Brasileira comemoração, 19 de novembro, criação da data, símbolo nacional
dia da bandeira brasileira


História do Dia da Bandeira

O Dia da Bandeira foi criado no ano de 1889, através do decreto lei número 4, em homenagem a este símbolo máximo da pátria. Como nossa bandeira foi instituíta quatro dias após a Proclamação da República, comemoramos em 19 de novembro o Dia da Bandeira.

Nesta data ocorrem, no Brasil, diversos eventos e comemorações cívicas nas escolas, órgãos governamentais, clubes e outros locais públicos. É o momento de lembrarmos e homenagearmos o símbolo que representa nossa pátria. Estas comemorações ocorrem, geralmente, acompanhadas do Hino à Bandeira. Este lindo hino ressalta a beleza e explica o significado da bandeira nacional.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

- Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar no topo do mastro e a última a descer.

- Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova.

A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.

- Caso a bandeira fique hasteada no período noturno, ela deve ser iluminada.


Fonte:  http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_da_bandeira.htm

quarta-feira, 9 de novembro de 2011


Instituto FAPESP-Microsoft Research tem nova chamada

09/11/2011
Agência FAPESP – A FAPESP e a Microsoft Research lançam nova chamada de propostas de pesquisa no âmbito do Instituto Virtual de Pesquisas FAPESP-Microsoft Research, mantido pelas instituições.
O objetivo da chamada é explorar a aplicação da ciência da computação aos desafios da pesquisa fundamental em áreas relacionadas às mudanças climáticas globais e várias outras disciplinas ligadas às ciências do meio ambiente.
Podem participar pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior e de pesquisa, públicas e privadas, no Estado de São Paulo.
A chamada tem interesse particular em: a) Introdução de instrumentos e técnicas computacionais na aquisição, análise, elaboração e visualização de dados; b) Aplicação e exploração de modelos computacionais relacionados às mudanças climáticas globais e ao meio ambiente; c) Promoção do avanço da ciência de forma tal que o conhecimento gerado possa ser utilizado de forma multi e interdisciplinar; d) Aplicação da ciência da computação nos desafios de banco de dados em larga escala em pesquisa científica.
A chamada disponibilizará R$ 1.350.000,00 para atender às propostas selecionadas, total que será igualmente compartilhado entre a FAPESP e a Microsoft Research.
As propostas serão recebidas pela FAPESP até o dia 19 de dezembro de 2011.
Mais informações sobre a chamada (FAPESP 27/2011): www.fapesp.br/6675 
 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta quinta-feira (Sinopse Radiobras)


Rebeldes estão a patrulhar as ruas e a revistar todos os veículos na capital líbia
AP


O Globo

Manchete: Rebeldes ainda combatem, mas já prometem eleições
Conselho opositor oferece anistia e recompensa por Kadafi: vivo ou morto

Embora ainda haja combates intensos em Trípoli e em outras cidades do país, o conselho rebelde mostrou ontem que tem pressa em iniciar a transição e anunciou para daqui a oito meses as primeiras eleições livres da Líbia. Ofereceu também anistia e uma recompensa de US$ 1,7 milhão a quem capturar ou matar o ditador Muamar Kadafi. Numa ofensiva diplomática, líderes do conselho foram ao Qatar e à França, na tentativa de assegurar recursos de US$ 5 bilhões para o seu governo. Os EUA pediram ao Conselho de Segurança da ONU que descongele US$ 1,5 bilhão em fundos líbios para financiar o governo rebelde. (Págs. 1, 31 a 34 editorial "O risco de a Líbia virar outro Iraque")


Uma vez Flamengo...

Filho de um ex-diplomata de Kadafi que serviu no Brasil e desertou, Mohamed Firjani foi um dos milhares de líbios que entraram na fortaleza do ditador e viram como era a vida de luxo que ele levava com seus filhos, relata Deborah Berlinck. "Kadafi acabou!", exultava ele, que fez questão de vestir a camisa rubro-negra ( Págs. 1 e 31)


Artigo
"Nós fomos libertados de nossos próprios medos" (Ghazi Gheblawi, cirurgião ensaísta e poeta líbio) (Págs. 1 e 34)


Isso não é Roma antiga, diz Dilma
Classificada ontem como a terceira mulher mais poderosa do planeta pela revista “Forbes”, a presidente Dilma Rousseff disse que a faxina ética não é meta de seu governo, mas sim a faxina contra a pobreza. E que não quer ranking de demissões. “Isso não é de fato Roma antiga”, afirmou. (Págs. 1, 4 e 9)

Briga entre ‘safado’ e ‘débil mental’
Os senadores Humberto Costa, líder do PT, e Mário Couto (PSDB) quase trocaram tapas ontem, durante bate-boca sobre corrupção que começou na tribuna e acabou no cafezinho. O petista xingou o tucano de débil mental e foi chamado de safado. (Págs. 1 e 3)


Denunciados no STF renunciam a comissão
PT e PMDB obrigaram ontem os deputados João Paulo cunha, réu no mensalão e Eduardo Cunha, alvo de inquérito no STF, a desistir de comandar a comissão sobre mudanças no Código de Processo Civil. (Págs. 1, 3 e Merval Pereira)

Historiador: Cadeia da Legalidade criou ilusões na esquerda (Págs. 1 e 12)


Cacciola faz planos sobre o seu futuro e procurador teme fuga. (Págs. 1 e 25)


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Folha de S. Paulo

Rebeldes oferecem prêmio por ditador vivo ou até morto
Recompensa por Gaddafi inclui anistia mais R$ 2,5 milhões; para chanceler do país, oposicionistas já venceram a guerra

O presidente do CNT (Conselho Nacional de Transito), Abdel Jalil, anunciou que qualquer pessoa do círculo de Muamar Gaddafi que o mate ou capture receberá “anistia total” de crimes cometidos durante o regime, além de recompensa de R$ 2,5 milhões.

A frente de oposição diz ter o controle de 80% de Trípoli, que ainda registra fortes confrontos. Poucos civis se arriscam a sair às ruas. (Págs. 1 e Mundo)

Steve Jobs renuncia ao comando da Apple
Steve Jobs, 56, anunciou que deixará o cargo de presidente-executivo da Apple, que ocupa há 14 anos.

Os motivos não foram revelados. Jobs, que estava de licença médica, segue como presidente do conselho.(Págs. 1 e Mundo A16)


França anuncia taxa de 3% sobre renda dos ricos
Após carta de 16 milionários franceses se propondo a pagar mais impostos, o presidente Nicolas Sarkozy aprovou pacote com sobretaxa de 3% para quem tiver renda superior a 500 mil euros anuais (R$ 1,15 milhão).
A medida integra pacote para arrecadar 12 bilhões adicionais. (Págs. 1 e Mundo A15)

Consulado terá poupatempo para vistos dos EUA
O Consulado dos EUA em SP vai inaugurar em novembro espécie de serviço poupatempo para tentar acelerar a concessão de vistos.
Serão abertos de três a cinco postos para procedimentos como tirar impressões digitais e foto. A entrevista continuará a ser feita no consulado. (Págs. 1 e Cotidiano C10)


Alckmin quer aposentadoria complementar para servidor (Págs. 1 e A7)


Até 2013, Planalto vai destinar R$ 850 mil para microcrédito (Págs. 1 e A11)


Jânio Quadros Neto: Meu avô pensava que iria voltar mais fortalecido
Hoje é o 50º aniversário da renúncia de meu avô à Presidência. Em 25 de agosto de 1991, ele me disse já no hospital: “A renúncia era para ter sido uma articulação, nunca imaginei que seria executada. Imaginei que voltaria ou permaneceria fortalecido”. (Págs. 1 e Opinião A3)


Editoriais
Leia “Faxina e sangue”, sobre acenos da presidente Dilma para sua base de apoio, e “Caminho errado”, acerca de suspeitas de abuso policial. (Págs. 1 e Opinião A2)


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O Estado de S. Paulo

Manchete: Chanceler de Kadafi admite derrota, mas conflito continua
Membros do governo já não têm contato entre si; ditador segue desaparecido e há recompensa pela captura

Abdul Ati al-Obeidi, chanceler de Muamar Kadafi, admitiu ontem que o regime instalado há 42 anos na Líbia caiu diante da ofensiva rebelde. As declarações foram feitas horas após a tomada de Bab al-Azizia, o quartel-general do regime em Trípoli. Segundo o chanceler, os ministros perderam o contato entre si, o que demonstra a dissolução da administração. Combatentes rebeldes, brigadas e mercenários leais ao ditador, no entanto, travavam ontem intensas batalhas na disputa pelo controle de pontos estratégicos da capital Líbia. O ditador continua desaparecido, mas pede ao povo que resista e promete voltar ao poder. Os rebeldes seguem tentando capturá-lo. Empresários líbios ofereceram ontem recompensa de US$ 1,7 milhão a quem entrega-lo “vivo ou morto”. (Págs. 1 e Internacional A13 a A18)


Brasil vai discutir transição

Os governos da França e da Grã-Bretanha anunciaram uma "conferência de amigos da Líbia" no dia 1º, em Paris, para discutir a transição no país. O Brasil participará (Págs. 1 e A18)

Ministro pagou empresa da campanha com verba oficial
Três dias após as eleições de 2010, o ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP) – à época deputado federal que tentava a reeleição-, usou verba da Câmara para ressarcir despesas com empresas de táxi aéreo que prestou serviços à sua campanha. A Aero Star Táxi Aéreo Ltda. emitiu dois recibos, de R$ 18.300 e R$ 8.850, para Negromonte, que entregou as notas à Câmara para comprovar a despesa da "cota para exercício da atividade parlamentar". (Págs. 1 e Nacional A4)

Maluf negociou para sair da lista da Interpol
Paulo Maluf negociou com a Justiça dos EUA para ter seu nome retirado da lista dos procurados pela Interpol em todo o mundo e poder viajar. No final, desistiu do acordo. (Págs. 1 e Nacional A10)

Descoberto rio sob o Rio Amazonas
Pesquisadores do Observatório Nacional encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros bem embaixo do Rio Amazonas, informa o repórter Alexandre Gonçalves. A descoberta foi com base em dados obtidos pela Petrobrás enquanto procurava petróleo. (Págs. 1 e A22)

Cacciola cumprirá pena em liberdade condicional (Págs. 1 e Economia B7)


Taubaté vai pagar piso de R$ 3,3 mil a professor (Págs. 1 e Vida A25)


Trem ligará São Paulo a Jundiaí em 25 minutos (Págs. 1 e Cidades C1)


José Serra
50 anos e um falso dilema

A explicação de Jânio Quadros para a renúncia enfatizou sempre a contradição até hoje invocada para justificar malfeitos. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Veríssimo
Foi pessoal

Em 1986, fui atacado pelo Kadafi na Itália. Quinze anos depois, estava eu em Nova York quando fui, de novo, sorrateiramente agredido. (Págs. 1 e Caderno2 D12)

Notas & Informações
Desoneração desastrada

O governo terá de consertar o Plano Brasil Maior se quiser preservar sua parte mais inovadora. (Págs. 1 e A3)


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Correio Braziliense

Manchete: O gênio da Apple sai de cena
Sim, ele é o cara do iPod, do iPhone e do iPad. O mentor de uma revolução tecnológica que mudou o jeito de o mundo ouvir música, lidar com o celular, navegar na internet. O mago que fez o capital da Apple pular de US$ 5,4 bilhões em 2001 para US$ 65,2 bilhões em 2010. E que na semana passada chegou a valer tanto quanto os 32 maiores bancos europeus juntos. Ontem à noite, o dono dessa carreira invejável renunciou à presidência da companhia. Abalado por um raro câncer no pâncreas, Steve Jobs estava de licença médica havia nove meses. Ele indicou Tim cooks para substituí-lo. E disse que continua na empresa. Agora, como presidente do conselho da Apple.

Jobs confiou na intuição ao escolher o sucessor

Ações da empresa caem após anúncio da renúncia

Companhia é a segunda mais valiosa do planeta (Págs. 1, 12 e 13)


Dilma é a 3ª mulher mais poderosa do mundo
Na lista das 100 mulheres mais influentes do planeta, a presidente Dilma Rousseff só fica atrás da chanceler alemã, Angela Merkel, e da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Outra brasileira no ranking, publicado pela revista Forbes, é a modelo Gisele Bundchen, que ficou na 60º posição. (Págs. 1 e 3)


Turismo: Dinheiro da Copa para entidades sob suspeita
Investigados pelo Ministério Público Federal, o Instituto Brasileiro de Hospedagem e o Instituto Centro-Brasileiro de Cultura têm convênios de R$ 18,9 milhões para qualificação de trabalhadores. A assessoria do ministro Pedro Novais afirmou que todos os contratos assinados serão revistos. (Págs. 1 e 2)


Servidores: Fundo de pensão vira batalha no Congresso
Aprovada numa comissão da Câmara sob vaias e protestos de funcionários públicos, a criação da previdência complementar da categoria deve ser concluída na próxima semana. No entanto, emendas apresentadas podem tirar da nova regra as carreiras mais bem remuneradas do poder público. (Págs. 1 e 14)

Brasil tenta aproximação com líderes rebeldes
Mesmo sem reconhecer o Conselho Nacional de Transição, que assumiu o governo libio após a invasão de Trípoli, o Itamaraty já articula a manutenção dos investimentos brasileiros no país africano. A captura do ditador Muamar kadafi, vivo ou morto, vale recompensa de R$ 2,5 milhões. (Págs. 1, 22 e 23)

O pesadelo do cheque especial
Os juros dessa modalidade de empréstimo são os mais altos do crédito no país, com média de 188% ao ano. É o maior índice em 12 anos. (Págs. 1 e 16)

Banco de DNA contra o crime
Senado aprova a criação de um cadastro nacional com os dados genéticos dos condenados. Especialistas consideram a medida arbitrária. (Págs. 1 e 10)


Menos sal, mais saúde
O consumo em excesso de sódio aumenta a incidência de doenças crônicas. Uma campanha vai alertar sobre os riscos do uso exagerado do produto. (Págs. 1 e 25)
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Valor Econômico

Manchete: Crescimento não alivia contas de Estados do NE
O crescimento econômico mais acelerado do Nordeste nos últimos anos não se traduziu até agora em melhoras significativas nas contas dos Estados da região. Os maiores problemas estão nos menos populosos - Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas, que combinam incapacidade de investimento próprio com descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Já Piauí e Sergipe continuam dependendo fortemente da ajuda do governo federal, embora suas receitas próprias tenham se elevado sensivelmente na última década, como resultado da expansão econômica. Segundo o Tesouro Nacional, a arrecadação de tributos estaduais representou 47% das receitas correntes dos Estados do Nordeste em 2010, contra uma média nacional de 63%.

A folha de pagamento inchada é o grande problema da maioria dos governadores da região, entre os quais Ricardo Coutinho (PSB), da Paraíba. No último relatório de gestão fiscal, do primeiro quadrimestre deste ano, o Estado tinha 52,8% da receita corrente líquida comprometida com os salários dos servidores do Executivo, acima do teto de 49% imposto pela lei fiscal. Desde que assumiu, em janeiro, o governador conseguiu reduzir em cerca de cinco pontos percentuais as despesas com a folha, que em janeiro comprometiam 58% da receita. (Págs. 1 e A3)

Ainda falta democracia nos partidos
Levantamento obtido pelo Valor mostra que PT e PMDB são os partidos com mais democracia interna, por apresentarem as menores taxas de comissões provisórias nos mais de 5 mil municípios onde estão organizados. As comissões provisórias, que podem ser dissolvidas a qualquer momento, ao menor sinal de rebeldia, são o principal instrumento de controle de caciques políticos sobre partidos médios e pequenos, independentemente de ideologias.

Entre os menos democráticos, com até 99% de comissões provisórias, figuram PP, PR e PTB até PDT, PSB e PV - o presidente do PV, José Luiz Penna, conseguiu derrotar Marina Silva no partido mesmo depois que a ex-senadora obteve quase 20 milhões de votos na eleição presidencial. PSDB, DEM e PCdoB estão no bloco intermediário. (Págs. 1 e A12)

Indústria quer corte de juros para ônibus e caminhões ‘limpos’
A quatro meses de o Brasil dar seu maior salto na legislação de controle de emissões para caminhões e ônibus, as montadoras correm, nos bastidores, para obter do BNDES financiamento com juros mais baixos para a nova geração de veículos. A partir de janeiro, segundo a legislação, os atuais caminhões e ônibus, altamente poluentes, não serão mais vendidos no Brasil, sendo substituídos por similares mais "limpos".

Por causa dos custos do investimento na nova tecnologia, a indústria já avisou que elevará os preços entre 8% e 20%. Por isso, transportadores mais capitalizados já antecipam encomendas para fugir do aumento de preço. De janeiro a julho, enquanto as vendas de todos os tipos de veículos aumentaram 8,58%, o mercado de caminhões cresceu 15,1% e o de ônibus, 21,69%. No mesmo período, o segmento de automóveis registrou expansão de 5,79%. (Págs. 1 e B9)

Dólar a R$ 1,6 e liquidez animam ACC
Exportadores estão aproveitando a cotação do dólar acima ou em torno de R$ 1,60 e a liquidez dos mercados internacionais para países emergentes e estão fechando operações de câmbio em grande volume, já que a expectativa de médio prazo continua sendo de apreciação da moeda brasileira.

Assim, acelerou-se o fechamento das operações de adiantamento de contrato de câmbio (ACC). No ano, até o dia 19, o volume chega a US$ 34,3 bilhões, segundo o Banco Central, quase empatando com o total verificado em 2010 - US$ 37,6 bilhões. É também o maior valor da série histórica para o período.

O Banco do Brasil, que detém um terço desse mercado, acredita que este será o melhor ano da história e espera fechar em contratos de ACC algo superior a US$ 17 bilhões, segundo Allan Toledo, vice-presidente da instituição. Até julho, o banco acumula US$ 10,3 bilhões em contratos. (Págs. 1 e C1)

Pacote de austeridade da França é visto com ceticismo
O ceticismo prevaleceu nas primeiras reações, ontem a noite, ao plano de austeridade anunciado pela França. Analistas previram que as medidas darão algum conforto ao mercado no curto prazo, mas consideraram improvável que elas consigam evitar que a França perca seu rating de crédito AAA.

O principal foco das medidas é o aumento de impostos, a um ano da eleição presidencial. O objetivo é economizar € 11 bilhões em 2012 para reduzir o déficit público dos atuais 5,7% do PIB para 3% em 2013. (Págs. 1 e A17)

Fabricação do iPad fica para 2012
Prometida para este ano, a produção local do iPad só será inciada pela Foxconn em 2012. O diretor do sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí, Evandro Santos, disse que a empresa deve começar com produtos mais simples, como iPods e iPhones. Ontem, a Foxconn confirmou a produção local - o que ainda não tinha feito oficialmente -, mas não citou produtos ou prazos. A montagem do iPad no Brasil foi inicialmente prometida para novembro, durante visita do ministro Aloizio Mercadante à China, em abril. Depois, foi antecipada para julho e, em seguida, adiada para setembro. (Págs. 1 e B2)

Swiss Re terá resseguradora no Brasil, diz Rolf Steiner (Págs. 1 e C8)


Múltis de alimentos ficam mais locais em emergentes (Págs. 1 e B11)


Câmara discute maior rigor na punição de “insider trading” (Págs. 1, D1 e D9)


Reação aos importados
Em meio a uma disputa societária, a Faber-Castell planeja investir R$ 100 milhões para modernizar suas fábricas e enfrenta a concorrência dos produtos importados, principalmente da China. (Págs. 1 e B3)


Brasil lidera ação verde na Danone
A filial brasileira da Danone exibe o melhor resultado entre as 45 fábricas da companhia na redução da emissão de gases poluentes. Na unidade de Poços de Caldas (MG), a terceira maior no mundo, o corte médio é de 10% ao ano. (Págs. 1 e B5)

Condomínio ecológico
A construtora Calper, em parceria com a Ecoglobal e a Cintrax, planeja entregar em 2016 um megaprojeto residencial no Rio com foco na sustentabilidade. São oito prédios com energia eólica, captação de águas pluviais e tomada para carros elétricos. (Págs. 1 e B8)


Trigo ameaçado no Paraná
A colheita de trigo no Paraná atingiu 4% da área plantada e há indicativos de que a quebra na safra 2010/11 será maior do que a prevista inicialmente, chegando a 28%. Cerca de 72% da lavoura ainda está sob risco climático. (Págs. 1 e B13)


Confinamento ganha ânimo
A recuperação na cotação do boi neste ano deve incentivar o confinamento no país, mesmo com os preços altos dos insumos. A expectativa é de um aumento superior a 30%. No ano passado, houve queda de 9,4%, para quase 1,2 milhão de animais. (Págs. 1 e B14)


Palma mais responsável
Com a concessão do selo de sustentabilidade à brasileira Agropalma, a Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável (RSPO, na sigla em inglês) anuncia hoje a marca de 1 milhão de hectares certificados no mundo. (Págs. 1 e B14)


Microcrédito produtivo
A partir de agora, o governo vai privilegiar os empréstimos para capital de giro e investimento, em vez do consumo, nas operações de microcrédito, que terão um corte radical nos juros. (Págs. 1 e C5)

BTG negocia corretora chilena
O BTG pactual negocia a compra da Celfin Capital, principal corretora chilena que conta com uma forte área de gestão de recursos de fundos de pensão. O acordo deve ser anunciado nas próximas semanas. (Págs. 1 e C11)

Idéias
Carlos Alexandre Dohler

Maior mérito do plano Brasil Maior foi finalmente abrir espaço em Brasília para debater a desoneração da indústria. (Págs. 1 e A18)

Ideias
Felipe Salto e Samuel Pessôa

Com a nova política industrial do governo Dilma Rousseff, teremos um “Brasil ainda Maior” e mais gastador. (Págs. 1 e A19)


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André Rocha escreve sobre a polêmica da carta de gestão


O Consultor Financeiro
Marcelo d'Agosto responde a uma pergunta: por que os fundos fecham?


Casa das Caldeiras

Cláudia Safatle: o mérito da MP dos derivativos está fora de discussão.

Angela Bittencourt comenta a dívida "ampliada" do Brasil, de US$ 405 bi

Ribamar Oliveira: a difícil batalha de Dilma para conter salários de servidores

Cristiano Romero: a China e futuro do Brasil, segundo Barros de Castro

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Estado de Minas

Manchete: BH: Capital dos bares, das mulheres, do pão de queijo, das montanhas... Da inflação
Famosa por seu relevo, boemia, culinária e pelo grande contingente feminino, Belo Horizonte caminha para conquistar um titulo indesejável: a de campeã da escalada do custo de vida. No acumulado do ano até julho, a variação de 4,1% do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getúlio Vargas, era a maior entre as principais capitais, ao lado de Porto Alegre.
Mas, na terceira semana de agosto, a capital mineira disparou na frente, com 0,46%. Também no acumulado até agosto do Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, medida pelo IBGE, BH aparece na ponta, com 4,82%. O dado positivo é que os preços são pressionados pela maior alta de renda do país em 12 meses, associada à mais baixa taxa de desemprego. (Págs. 1 e 13)


Acredite se quiser
O dono deste imóvel tem em seu nome uma empresa que movimentou R$ 270 milhões

Esta casa, no paupérrimo Bairro Jardim Teresópolis, em Betim, pertence a José Hazendever Ramos, que trabalha num armazém na mesma região. Mas também é dele o Mercavale, uma das maiores atacadistas de açúcar da CeasaMinas, segundo a razão social da própria empresa, que comprou R$ 270 milhões em mercadorias entre 2008 e 2010. Documentos da Operação Laranja-lima, do MP aos quais o Estado de Minas teve acesso, apontam este como um dos casos de testas de ferro usados num esquema milionário de sonegação fiscal, estourado há três semanas, comandado pelo barão do açúcar Édson Bicalho Braga. Apesar das evidencias, a Justiça revogou a prisão preventiva do empresário. (págs. 1 e 11)


Superpoderosa, Dilma quer ir além da faxina
Apontada pela revista Forbes como a terceira mulher mais poderosa do mundo, atrás da alemã Ângela Merkel e da americana Hillary Clinton, presidente brasileira diz que o combate à pobreza é mais importante que limpar a corrupção nos ministérios. (Págs. 1 e 3)


Prossegue o impasse
Estado considera que decisão do Supremo confirmando o piso nacional não afeta a política salarial para o magistério em Minas e ressalta que o atendimento à reivindicação da categoria levaria ao descumprimento da lei de Responsabilidade Fiscal. Professores recusam propostas de reajuste e decidem manter a greve, que já dura 77 dias. (Págs. 1 e 8)


Salvatore Cacciola: Justiça do rio manda libertar ex-banqueiro acusado de fraudes. (Págs. 1 e 14)


R$ 2,5 milhões pela cabeça de Kadafi
Empresários oferecem recompensa e anistia pela morte ou captura do ditador libio Muamar Kadafi. Enquanto isso, Brasil procura manter contato com rebeldes. Embaixador no Egito diz que, mesmo com o fim do regime, há promessa de respeito aos contratos com empresas. (Págs. 1, 22 e 23)

‘O dia chegou’: Steve Jobs renuncia ao comando da Apple
O cara e a cara da maçã comunicou que não está mais à frente da maior companhia de capital aberto do mundo. O controle foi entregue a Tim Cook, vice-presidente que guiou a empresa durante as licenças médicas de Jobs, diagnosticado em 2004 com um tipo raro de câncer no pâncreas. (Págs. 1 e 20)

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Jornal do Commercio

Manchete: Estado reforça uso da ciência contra o crime( Pág. 1)


Reajuste da prefeitura é de 4% (Pág. 1)


US$ 1,7 milhão por Kadafi, "vivo ou morto" (Pág. 1)


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Zero Hora

Inter bicampeão da Recopa (Pág. 1)


A face desconhecida da legalidade
Em vigília no Piratini. (Págs. 1, 32 e 33)
Luta contra o câncer: Steve Jobs renuncia a comando da Apple
Tim Cook foi o indicado para substituí-lo. (Págs. 1 e 20)


Educação: STF define regras de piso do magistério
Estado admite não ter como conceder aumento ainda neste ano. (Págs. 1 e 38)


Barreiras em rodovias: Brigada investiga PMs rebeldes
Protestos por aumento de salário se tornaram freqüentes. (Págs. 1 e 48)


Uma incursão sob tiros à capital Líbia conflagrada
Repórter de ZH chegou ao coração da guerra. (Págs. 1, 4 a 8)
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Brasil Econômico

Manchete: Maiores lucros da bolsa sobem 40% e somam R$ 83,3 bi
Ranking das 15 empresas com melhores resultados na BM&Fbovespa mostra que pânico dos mercados nos últimos tempos não tem respaldo no desempenho operacional das companhias. Mas lista já aponta os reflexos da crise internacional, com siderúrgicas cedendo posições a grupos como BR Foods e Cosan, que se beneficiaram do bom momento do mercado interno e da alta no preço dos alimentos. (Págs. 1 e 4)



Segundo a revista Forbes, Dilma Rousseff é a terceira mulher mais poderosa do planeta, atrás da premiê alemã, Angela Merkel, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton. Entre os motivos, dizem analistas, está o protagonismo da economia brasileira no cenário internacional (Págs.1 e 10)
Pão de Açúcar inicia vendas on-line pela TV
Varejistas como o Extra, hipermercado do grupo de Abilio Diniz, e Walmart começam a vender por meio das chamadas televisões conectadas, em que a compra de produtos depende apenas de alguns cliques do consumidor no controle remoto. (Págs. 1 e 18)


Microcrédito terá juro de 8% ao ano
Governo confirma que subsidiará taxas para microempreendedor. (Págs. 1 e 12)


BTG negocia fusão para ser o maior na AL
O banco brasileiro está em negociação com o grupo chileno Celfin que pode torná-lo a maior instituição de investimentos da região. A conclusão do negócio depende de auditoria e de aprovação regulatória. (Págs. 1 e 32)


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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Avanço de ODM na AL é desigual', diz ONU




Genebra, 07/07/2011
'Avanço de ODM na AL é desigual', diz ONU
Relatório aponta progresso da região em metas como o combate à fome, a redução da mortalidade infantil e a igualdade de gênero
Relatório dos ODM 2011
Coletiva de imprensa

O lançamento regional do Relatório será feito na cidade do México em uma coletiva de imprensa às 13h00 (horário de Brasília) que poderá ser acompanhada ao vivo por webcast no site do Centro de Informações da ONU

Para mais informações, materiais de imprensa e lista de contatos de mídia interagenciais, clique aqui.
Contatos

No México
Centro de Informações da ONU
Juan Miguel Diez
Tel.: +52 55 4000-9727;
E-mail: jmdiez@un.org.mx

Em Nova York
Departamento de Informação Pública da ONU
Wynne Boelt
Tel.: +1 212 963 8264;
E-mail: boelt@un.org

Newton Kanhema
Tel. +1 212 963 5602
E-mail: kanhema@un.org
da ONU e do PNUD
O Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2011, lançado hoje pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em Genebra, aponta progressos desiguais na implementação dos ODM na América Latina e no Caribe. A região cumpriu as metas para redução da fome, e está bem encaminhada na implementação dos objetivos referentes à redução da mortalidade infantil e à igualdade de gênero. Contudo, o progresso não foi tão notável em outras áreas, como a redução da pobreza, avanços na educação e em outras metas ligadas à saúde e à sustentabilidade ambiental, diz o documento da ONU.

O Relatório dos ODM 2011 aponta que a América Latina e o Caribe alcançaram a meta de reduzir pela metade a proporção de crianças desnutridas com idade inferior a cinco anos: diminuiu de 10%, em 1990, para 4%, em 2009. A taxa de mortalidade de crianças com menos de cinco anos na região também caiu significativamente: de 52% em 1990 para 23% em 2009. Se essa tendência continuar, afirma o Relatório, a região cumprirá meta central do ODM 4, que prevê uma redução de dois terços, entre 1990 e 2015, da mortalidade de crianças menores de 5 anos.

Ainda de acordo com o documento, a América Latina e o Caribe fizeram grandes avanços na igualdade de gênero. A região cumpriu a meta prevista no ODM 3, de paridade de gênero na educação. A proporção entre meninas e meninos matriculados no ensino fundamental e no ensino superior é a maior entre todas as regiões em desenvolvimento. As mulheres participam em trabalhos remunerados quase tanto quanto os homens. Além disso, a proporção de mulheres empregadas em trabalhos não-agrícolas foi de 43% em 2009, a segunda maior na comparação com todas as regiões em desenvolvimento.

Desafios no Caribe

Em contraste, a região da América Latina e do Caribe não está no caminho para alcançar a meta de reduzir pela metade a pobreza extrema até 2015. De acordo com os últimos dados disponíveis, a proporção de pessoas vivendo com menos de 1,25 dólar por dia no Caribe diminuiu apenas de 29% para 26% entre 1990 e 2005.

A região também pode não cumprir o objetivo de oferecer educação primária universal até 2015. A taxa de matrículas no ensino básico aumentou ligeiramente, de 93% em 1999 para 95% por cento em 2009.

Na saúde, o Caribe tem a segunda maior taxa de novas infecções de HIV entre todas as regiões em desenvolvimento. Mas, numa observação positiva, a proporção de pessoas vivendo com HIV e recebendo tratamento antirretroviral (ARV) no Caribe saltou de 5% para 38% entre 2004 e 2009, e a proporção de mulheres recebendo estes medicamentos como forma de prevenção à transmissão vertical do HIV (de mãe para filho) aumentou de 20% para 55%.

De acordo com o Relatório, a mortalidade materna no Caribe ainda estava alta em 2008, com 170 mortes de mães a cada 100 mil nascimentos, e com apenas 69% dos partos realizados por profissionais de saúde qualificados. Também até 2008, a América Latina tinha a segunda maior taxa de gravidez na adolescência de todas as regiões em desenvolvimento: 82 nascimentos para cada mil mulheres com idade entre 15 e 19 anos em 2008.

Obstáculos ao ODM 7

Enquanto a América Latina e o Caribe cumpriram a meta de reduzir pela metade a proporção da população sem acesso a água potável, a região está longe de alcançar a meta similar de saneamento, diz o Relatório, e a lacuna entre as áreas rural e urbana permanece preocupante.

Em 2008, segundo o estudo, uma pessoa que vivia em área urbana tinha quase duas vezes mais probabilidade de usar um banheiro ou uma privada do que uma pessoa vivendo na zona rural.

Sobre a sustentabilidade ambiental, a América do Sul continua mostrando a maior perda líquida de florestas entre todas as regiões, apesar de os índices de desmatamento estarem diminuindo ao redor do planeta. Foram destruídos quase 4 milhões de hectares por ano durante o período de 2000 a 2010.

O Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio é uma avaliação dos progressos regionais em relação ao alcance dos ODM. Ele reflete os dados mais abrangentes, atualizados e reunidos por mais de 25 agências internacionais da ONU. O relatório é produzido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU. Um conjunto completo de dados usados para preparar o relatório está disponível na página de Indicadores ODM da ONU.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Brasil e Canadá debatem parcerias em pesquisa (Por Dandara Medeiros)

Por Fábio de Castro
Agência FAPESP – Representantes das comunidades científicas e acadêmicas do Brasil e do Canadá participaram, nesta terça-feira (14/6), na cidade canadense de Ottawa, na província de Ontário, do Workshop “Promovendo a excelência na colaboração estratégica com o Brasil”.
O evento foi aberto com o painel “Mecanismos existentes entre o Canadá e o Brasil: o que construir?”, que teve o objetivo de discutir como as universidades canadenses e brasileiras podem aproveitar os acordos e mecanismos atualmente existentes para incentivar o estreitamento das relações em matéria de ensino superior e pesquisa entre os dois países.
O painel teve a participação do diretor-presidente da FAPESP, Ricardo Renzo Brentani, do vice-ministro adjunto da Agricultura do Canadá, Jamshed Merchant, da pró-reitora de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Marilza Vieira Cunha Rudge, da diretora de Relações Internacionais da Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes), Denise Neddermeyer, e do vice-diretor de Políticas e Planejamento da Diretoria de Educação Internacional e Juventude do Canadá, Claude Bibeau.
Um dos temas levantados no painel foi o acordo de cooperação científica e acadêmica assinado no dia 30 de março entre a FAPESP e as universidades de Toronto e de Western Ontario – ambas sediadas na província de Ontário.
O acordo tem o objetivo de promover e apoiar projetos de pesquisa envolvendo a colaboração entre pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo e de Ontário. O total investido na ação é de 200 mil dólares canadenses (cerca de R$ 330 mil). A FAPESP será responsável pela contribuição de 100 mil dólares canadenses e a outra metade será dividida entre as duas universidades.
“O acordo representa outra ação pela internacionalização da FAPESP. As universidades de Toronto e de Western Ontario fazem parte de um processo mais amplo que representa possibilidades de pesquisa em interação entre pesquisadores do Estado de São Paulo e dessas duas universidades”, disse Brentani à Agência FAPESP.
Segundo Brentani, o painel teve também o objetivo de discutir quais mecanismos ainda faltam para a colaboração entre Brasil e Canadá e quais as iniciativas que podem ajudar a preencher essas lacunas; como desenvolver novos mecanismos e como aumentar a escala dos atuais; e quais são as barreiras para esse aumento de escala.
De acordo com os organizadores do evento, o Canadá e o Brasil compartilham uma importante história de colaboração na área de educação, com 94 acordos de intercâmbio institucional já estabelecido entre universidades. Há, atualmente, cerca de 500 estudantes brasileiros matriculados em universidades canadenses.
No entanto, embora haja apoio para relações bilaterais, por meio de recursos dos governos dos dois países, com uma participação crescente do setor privado, acredita-se que ainda há espaço para uma colaboração bem mais profunda.
Além do painel que destacou as oportunidades de financiamento de pesquisa em parceria com o Brasil e os mecanismos de acordo entre as instituições de pesquisa dos dois países, o painel “Colaborar para obter sucesso” discutiu como as ligações entre universidades e o setor privado do Canadá e do Brasil podem responder às necessidades de formação e aproveitar as possibilidades de pesquisa e de intercâmbio entre estudantes.
O painel “Lições tiradas” debateu as lições que podem ser tiradas, pelas universidades canadenses, dos acordos de outros países com o Brasil. O painel “Colaboração relacionada à pesquisa e à inovação” discutiu estudos de caso realizados sobre colaborações de sucesso a respeito de pesquisa e inovação entre o Canadá e o Brasil.
Uma conferência apresentada por Kris Olds, da Universidade Wisconson-Madison (Estados Unidos), e por Leandro Tessler, diretor do Escritório de Relações Internacionais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), colocou em pauta o tema “Tendências mundiais em ensino superior e pesquisa: compreender o contexto atual”.
Na mesa-redonda “Estrategistas em comunicações”, especialistas em comunicação discutiram de que forma o Brasil é retratado pelas mídias canadenses e de que maneira a importância estratégica do Brasil pode ser veiculada de forma mais eficiente.